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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Estrela que Expele Água


Cientistas observaram um fenômeno nunca antes visto, e no mínimo inusitado. Uma estrela a aproximadamente 750 anos-luz de distância expelindo água pelo seus pólos, um ingrediente chave necessário para a vida. A estrela foi descoberta pelo ESA - Observatório Espacial Herschel, um telescópio de infravermelho capaz de "olhar" pela densa nuvem de gás e poeira que envolve a estrela. Localizado na constelação de Perseus, a estrela não tem mais de cem mil anos de idade.

A estrela esta expelindo água para o espaço interstelar a 199 mil quilómetros por hora. Isto seria igual a quantidade de água que flui do rio Amazonas a cada segundo. Astrónomos acreditam que a fase em que a estrela expele água seja curta e que todas as estrelas passem por esta fase durante sua formação. Isto pode indicar que todas as estrelas jovens do universo podem passar por este processo, semeando a vida em outros planetas. E isto seria muito interessante em diversos níveis.

Planetário Virtual

Agora cientistas podem avançar em estudos sobre o nosso próprio Sol. A água pode ter desempenhado um importante papel em sua formação e, consequentemente, em nosso planeta.

O Futuro da Evolução!

Tudo está em constante transformação, e evoluindo a passos largos, para se perceber isso uma simples conversa com seu avô de como era a vida naquela época já lhe da uma bela ideia de como as coisas mudam e evoluem. Outro exemplo são as Tv´s que até pouco tempo atrás se ouvia sobre as telas LCD e plasma, mas que mesmo hoje, menos de uma década, já foram ultrapassadas pelas telas LED e logo pelas telas 3D. Os videogames são outro exemplo, em menos de 20 anos evoluíram incrivelmente, hoje já se joga sem o controle apenas com movimentos do corpo. Estamos vivendo em tempos exponenciais, a tabela abaixo mostra quanto tempo levou para que cada tecnologia atingir uma audiência de 50 milhões de pessoas:

Rádio - 38 anos
TV - 13 anos
Internet - 4 anos
iPod - 3 anos
Facebook - 2 anos


O número de dispositivos de internet em 1984 era apenas de 100. Em 1992, 1 milhão. E em 2008, 1 bilhão. Hoje é difícil encontrar qualquer aparelho eletrônico que não tenha acesso à internet. A quantidade de informação é realmente assustadora, estima-se que 1 semana do New York Times lhe de mais informações que uma pessoa em toda sua vida no século 18. Este ano é estimado que serão gerados mais de 4 exabytes (4.0x10^19) de informação distintas, isso é mais do que os 5 mil anos anteriores. Hoje em dia a quantidade de informações técnicas dobra a cada 2 anos, para um estudante de um curso técnico de 4 anos, significa que metade do que ele aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano.

Uma empresa de telefonia do Japão, a NTT Japan, testou com sucesso uma fibra óptica que transfere 14 trilhões de bits por segundo. Isso é o mesmo que 2.660 CDs ou 210 milhões de ligações telefônicas por segundo. Atualmente a quantidade de informações está triplicando a cada 6 meses e espera fazer isso pelos próximos 20 anos.

Em 2013, um supercomputador que excede a capacidade computacional do cérebro humano será construído. É a partir deste ponto que podemos ter problemas. Se os computadores ultrapassarem a inteligência de nós humanos, eles teoricamente seriam capazes de construir processadores ainda mais rápidos, hoje evoluímos dobrando o poder dos processadores a cada 18 meses segundo a lei de Moore, as maquinas a partir do ponto que ultrapassarem nós humanos, passarão a dobrar a cada nove meses, daí 4,5 meses, e algumas gerações depois, lá está o que chamamos de singularidade. Isto está previsto para ocorrer entre 2030 e 2075.

Evolução Rumo ao Infinito

A partir daí já não podemos prever o que pode acontecer, segundo muitos estudiosos, um intelecto artificial muito superior aos melhores cérebros humanos em praticamente todas as áreas, incluindo criatividade científica, sabedoria geral e habilidade social, não teria o porquê estar submisso a nós. Outros dizem que jamais entregaríamos assim de mão-beijada o poder às maquinas, mas o que percebesse é que a dependência do homem na tecnologia aumentará paulatinamente até chegar a um ponto em que não restem alternativas senão a de aceitar as decisões tomadas pelas máquinas. Na mesma proporção em que os problemas da sociedade se tornarem mais complexos e as máquinas mais inteligentes, cada vez mais decisões serão tomadas por elas simplesmente por serem mais eficazes que as tomadas pelos humanos.

Isso pode levar a um estágio em que a nossa dependência em relação às máquinas transforme-se no domínio pacífico das mesmas sobre nós, o que não descarta a possibilidade de um domínio agressivo. Há também quem acredite na integração homem-computador para o surgimento da superinteligência, mas a tecnologia necessária para tal pode estar mais distante de ser alcançada do que a inteligência artificial.